Que rastreios devo fazer?

Não é possível, nem faz sentido, rastrear todos os cancros. Só são rastreáveis os cancros que apresentem as seguintes características:

– período assintomático longo;

– alterações que possam ser detectáveis na fase assintomática;

– o tratamento das alterações iniciais deve levar a um melhor resultado final;

– testes de rastreio com qualidade, acessíveis e aceitáveis para os doentes;

– tratamento aceitável para os pacientes.

À luz dos conhecimentos actuais, apenas 3 cancros reúnem estas características e, por isso, são os únicos que têm indicação têm indicação para rastreio:

Cancro do colo do útero: recomenda-se o rastreio das mulheres com actividade sexual, entre os 25 e 64 anos, através da citologia cervico-vaginal (papanicolau), de 3 em 3 anos, após dois exames anuais normais;

Cancro da mama: recomenda-se o rastreio através da realização de mamografia, de 2 em 2 anos;

Cancro do cólon e do recto: recomenda-se o rastreio das pessoas dos 50 aos 74 anos através de pesquisa de sangue oculto nas fezes, anual ou de 2 em 2 anos. Um método alterrnativo de rastreio é a colonoscopia total.

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